domingo, 31 de julho de 2011

O futuro dos cinemas


Nos últimos meses os cinemas de todo o mundo foram sacudidos pela novidade dos efeitos em terceira dimensão. A realidade dos mundos em 3D parece ser a bola da vez na indústria da tecnologia e do entretenimento, e nos próximos meses, PCs, notebooks, TVs, Blu-ray Players, e até mesmo celulares com suporte para o formato devem chegar ao mercado.
Mas, em se tratando de cinema, nenhuma novidade parece ser suficiente para saciar a inventividade de Hollywood. Na Coreia, o filme Avatar já é exibido em 4D nos cinemas – para conhecer mais sobre a tecnologia 4D confira este artigo – e, caso seja bem-sucedido, o novo formato deve se espalhar pelas salas de cinema mundo afora.
E onde entra a interatividade? Em que momento o espectador poderá decidir que rumo a história deve tomar? A atração já é realidade em algumas exibições-teste e pode dar início a um novo segmento nos cinemas, os filmes interativos. Vamos entender melhor como isso funciona.
Você decide
Na década de 90 o seriado Você Decide, exibido pela Rede Globo, acabou se tornando um dos maiores sucessos da emissora. O programa consistia numa história simples com final aberto, em que os próprios espectadores decidiam qual era o desfecho da história. Em seus episódios de maior audiência, Você Decide chegou a receber milhões de ligações em um curto intervalo de tempo.
Algo similar já está disponível e pode ser a atração em breve num cinema perto de você. O 13th Street, uma canal da rede americana NBC especializado na produção de filmes de terror e thrillers, desenvolveu um sistema em que é possível fazer o espectador interagir com a história e decidir os rumos dela durante a produção.
O projeto intitulado “Last Call” consiste em um filme de terror em que o protagonista, perseguido e acuado, liga para um espectador aleatoriamente na plateia. O escolhido, utilizando um celular, responde as perguntas do protagonista durante a projeção e, com isso, decide o rumo da historia.
A decisão de para qual lado seguir e subir ou não um lance de escadas fica para um dos espectadores. O resultado amplia as possibilidades de desenvolvimento da trama garantindo que nenhuma sessão seja igual à outra.
Filme interativo
Longe dos cinemas, um conceito similar começa a dar as caras também no mundo dos games. O jogo Heavy Rain: The Origami Killer, lançamento exclusivo para Playstation 3, nada mais é do que um grande filme que permite ao usuário interagir e definir os rumos da história.
Com uma jogabilidade diferenciada o game não é nenhum primor em termos de ação, no entanto apresenta uma história densa, um drama contado do ponto de vista de quatro personagens aparentemente desconexos, mas que, com o desenrolar da história, aproximam-se.
Se o jogo fará sucesso ou não só o tempo vai dizer. No entanto, já no seu lançamento, é possível notar como os olhos da indústria estão sobre ele e, caso seja bem-sucedido, espera-se uma nova leva de jogos do gênero também para outras plataformas.
A sala de cinema como palco de entretenimento
Com a possibilidade de o espectador montar em sua casa um home cinema cada vez mais real e acessível, a tendência das salas de cinema é agregar novos conceitos e atrações para não perder mercado e se constituirem em um diferencial significativo.
Em Londres algumas salas de cinema já exibem jogos de rúgbi em 3D e em tempo real. O silêncio do espectador na sala dá lugar a torcedores fanáticos gritando e vibrando pelo seu clube, com um copo de cerveja na mão e óculos 3D no rosto.
É bem verdade que, mesmo com novidades tecnológicas ou recursos para cativar a atenção do espectador, nada substitui uma história bem contada e que faça rir ou chorar com a intensidade que só o cinema é capaz.
Porém, em termos de entretenimento, é inegável a tendência das salas de cinema, cada vez mais, tornarem-se pólos de entretenimento e de estímulo a todos os sentidos. Se a novidade vai agradar ou não ao espectador, cabe ao público determinar. Ou seja, no final das contas, você decide.

sábado, 30 de julho de 2011

O futuro da televisão

Ninguém discute que a televisão é uma paixão nacional. É o veículo de comunicação de maior alcance no país e o meio de informação e entretenimento mais utilizado pelos brasileiros. Além disso, atinge todas as classes sociais e seu crescimento na participação do bolo publicitário vem crescendo. 

Dados do Instituto Marplan mostram que a TV é o meio de maior audiência e maior alcance na população. Em Curitiba e São José dos Pinhais, por exemplo, 98% da população de 13 anos ou mais assistem à TV.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) realizada em 2009, existem mais domicílios com televisor do que com geladeiras no Brasil, mostrando tamanha importância dada ao aparelho no país. Em 2007 o Brasil entrou na era da TV digital, que trouxe níveis incríveis de definição de imagens e a abertura para a tecnologia 3D. Essa nova era também trouxe modelos, de última geração, como o LCD com a tela de cristal líquido, o Plasma, com imagem a partir de raios ultravioletas e o LED, com painéis de emissores de luz. 

Qual será o futuro desse meio que fascina tanto as pessoas? Esse tema vem sendo abordado em vários encontros e eventos. Cannes é um exemplo, que trouxe nos últimos anos esse tema para os palcos do Festival. 

Em 2009, Andrew Pimentel, presidente da Razorfish, uma das melhores agências de Social Media dos Estados Unidos, afirmou em sua palestra que os americanos não vivem sem TV. Andrew listou alguns itens que justificam essa dependência, como por exemplo, a TV como um canal de busca pela informação, como uma forma de relaxamento e ainda como uma forma reunir a família, cumprindo um caráter social.

Esse ano, o Festival discutiu esse tema com grandes nomes, entre eles Jeff Bewkes, Chairman e CEO da Time Warner, que comanda uma das mais importantes cadeias de operações de entretenimento do mundo. A conclusão dessa discussão foi que a TV irá viver seu novo momento dourado, principalmente em função da ampliação da banda larga e que haverá uma disseminação do conteúdo televisivo por várias outras telas. 

A verdade é que esse futuro está muito próximo, a TV que já está em toda parte, aparece agora em várias telas diferentes, e seu sucesso dependerá cada vez mais da qualidade do conteúdo e relevância apresentado. Em pouco tempo o modelo de TV permitirá ficarmos totalmente conectado com os amigos, recebendo e enviando sugestões. A propaganda poderá ir muito além do comercial de 30 segundos, com novos formatos, muito mais interativos, segmentados e relevantes, e a TV e a WEB vão se complementar cada vez mais. Que venha o futuro!

Armas do futuro

  Infelizmente Gastam-se mais milhões de dólares em tecnologia para matar, do que para curar ou dar vida. 
  Os principais Governos Mundiais gastam milhões de dólares a desenvolver novas armas, cada vez mais mortíferas, e dignas de qualquer filme de ficção científica, vejam:
  HEL ( High Energy Laser ) nivel de alta potência :
   Aqui fica para download alguns documentos pdf, 
   
High energy Laser, plano de defesa laser, do Departamento da Defesa ( DOD: Department of Defense) , 4 Março de 2000
   ( documento pdf, , 356 kb. )
   Documento acerca de armas da velocidade da Luz,  laboratório da Força Aérea  americana sobre armas de energia direccionada.
   ( pdf com 481 kb. )
   armas microondas 
Lasers semicondutores, químicos, gasosos e em estado sólido.
Starfire Optical  Range division.
Opera com dois grandes telescópios  integrados com múltiplos lasers e sistemas ópticos adaptados.
Pode  servir como arma laser no terreno.
Isto não é ficção científica,  é real, visite o website do laboratório de pesquisas da força aérea americana  www.de.afrl.af.mil 
A divisão de pesquisa sobre microondas de alta potência desenvolve armas de microondas.
arma microondas ads        arma laser 
 Arma microondas .                                        Laser incorporado num avião.
ADS ( Active Denial System )

ASAT: Anti-satellite  weapon :
satelite 
Se você pensa que o maior objectivo da NASA é a pesquisa de vida extraterrestre no espaço ou estudo dos planetas, está muito enganado(a).
O principal objectivo da NASA é militar, o governo canaliza milhões de dólares para a NASA, quem é que coloca os satélites no espaço? Será o Pentágono?
É a NASA.
os EUA estão a desenvolver satelites equipados com laser que podem danificar ou simplesmente sabotar satélites "inimigos" sejam militares ou de telecomunicações, para prejudicar seriamente
o país "inimigo".

PHaSR:

phasr arma 
O capitão Drew  F. Goettler , do laboratório de pesquisa da Força Aérea americana, sobre armas de energia direccionada, testando a PHaSR 
( Personnel Halting and  Stimulation Response ) ao que parece ( segundo dizem eles) o laser cega temporariamente o agressor...
Este protótipo foi construido na base militar de Kirtland, N.M. e Testada no  Non-lethal  weapons directorate em Quantico.

Laser Hummer:
arma laser 
Jipe Hummer equipado com laser, esse é utilizado no Iraque.

Arma Sonora :
A empresa americana Sierra Nevada anunciou que irá lançar um novo tipo de arma microondas sonoras, a MEDUSA  (  Mob excess  Deterrent  Using Silent  Audio ).
Provocará sensações de choque  no esqueleto através de pulsos sonoros..
Esse tipo de armas causa polémica, os efeitos secundários não foram testados ainda, poderá causar problemas neurológicos nas pessoas.
E as armas de microondas por exemplo, que causam forte ardor na pele, podem causar problemas irreparáveis nos olhos das pessoas, ou problemas cardíacos, pois numa multidão nem todos os 
indivíduos são jovens e saudáveis, poderão haver pessoas de mais idade ou com problemas de saúde, e os militares não saberiam, não adivinham esses pormenores.

Veja aqui um relatório oficial, da Marinha, do 1º teste:Link oficial AQUI.

Canhão laser MTHEL.  ( Mobile tactical  High energy  Laser ) 
 
Produzido pelos americanos e israelitas, em parceria.
Trata-se de um laser super estruturado e químico de fluoreto de deutério que é direccionado através de um sistema de espelhos para o alvo, gera altíssimas temperaturas .
 Pode ser usado como raio contínuo ou em pulsos, o que aumenta o  seu poder destrutivo. Inicialmente projectado para conter mísseis e bombas de longo alcance, ele mostrou-se uma alternativa versátil que poderia ser usada para outros propósitos além de destruir artilharia aérea.
Uma vez que é luz e nada além disso, o disparo é instantâneo e pode atingir milhares de graus em segundos, derretendo qualquer míssil ou foguete inimigo.


ATL ( Advanced Tactical  Laser ):
 
Um raio laser silencioso e invisível é a nova arma dos EUA que atinge os  seus alvos com um forte calor a uma distância de até 20 km.
O Advanced Tactical Laser (ATL) pode disparar a uma distância suficiente para que a aeronave ( Hércules, de transporte militar) não seja sequer avistada, principalmente durante a noite. 
O laser foi testado com sucesso poucos meses atrás e possui um nível de precisão sem precedentes, tendo a capacidade para atingir os pneus de um carro para detê-lo ,por exemplo..
O ATL de 5,5 toneladas combina moléculas de cloro e peróxido de hidrogénio para libertar energia, que é usada alternadamente para estimular o iodo a libertar a intensa luz infravermelha.

A nova arma traz a possibilidade de “negação plausível” em qualquer situação em que possa ser utilizado. Como não há comparações, seria difícil de discernir se os danos a uma pessoa ou veículo foram resultados de um raio laser. Juntando a isso o grande alcance da arma os EUA poderiam realizar uma missão e ainda assim negar o  seu papel no mesmo, segundo porta-vozes oficiais.

Uma segunda versão, ainda maior, da arma já está próxima dos seus primeiros testes. Um laser aéreo muito maior terá o propósito de defesa contra mísseis e será carregado em um Boeing 747

DREAD : Arma silenciosa
Não gera impulso, nem ruídos, nem flashes, é imperceptível, o inimigo não se apaerceberia que ela foi disparada... E dispara cerca de 12 mil  munições por minuto !!
O sistema pode ser instalado em qualquer veículo, e inclusivé em satélites !


Tanques invisíveis :
O Ministério da Defesa britânico revelou aos mídia em  outubro de 2007 que havia obtido sucesso num projecto que tornava um tanque de guerra invisível ao olho humano. 
Ainda que o governo britânico esteja preservando o segredo quanto aos detalhes, divulgou a idéia básica da tecnologia utilizada. 

O tanque é revestido de silício, o que na prática faz dele uma tela de cinema com grande poder de reflexão. 
Câmeras de vídeo posicionadas no veículo registram imagens em tempo real do ambiente que o cerca, e projectores exibem essas imagens na superfície do tanque. 
Para observadores que assistiram a testes secretos conduzidos pelo exército britânico em outubro de 2007, a única coisa visível eram as imagens do terreno projectadas no tanque.
"O próximo passo  seria tornar o tanque invisível sem [as câmeras e projectores]", disse o físico John Pendry ao Daily Mail, "o que é  complicado, mas possível". 

Outra forma de invisibilidade é utilizando metamateriais, por exemplo para produzir fatos de invisibilidade para os soldados, veja testes links :
Link 1,  . Link 2 

Campo de força invisível:
Nos filmes de ficção cinetífica podíamos ver ovnis protegidos por um campod e força invisível, um bom exemplo é o filme "Independence Day ",
porém hoje ja existe essa tecnologia, os israelitas inventaram-na, (ou copiaram de algum ovni caído, através de engenharia reversa )?
Trophy  Active Protection  System , ( desenvolvido pela empresa Raphael )
Veja este video que passou na "Fox news" 

Rússia e Índia vão produzir novo míssil supersónico :
Estará a Rússia e aliados, a preparar-se para uma guerra com os EUA .?
Rússia e Índia vão desenvolver juntas o míssil supersónico "BrahMos 2”, declarou o director gerente da empresa mista "BrahMos", Siwathanu Pillei. 
A empresa russo-indiana produz actualmente o míssil supersónico contra navios “BrahMos”. A velocidade do míssil elaborado deverá superar cinco vezes ou mais a velocidade do som , e então o “BrahMos2”, será praticamente invulnerável aos mísseis interceptores . ( fonte: Pravda.ru )
Aviões anfíbios A-42 :
A aviação naval da Rússia terá aviões anfíbios A-42 (projectados pela empresa Beriev e fabricados por uma empresa na cidade de Taganrog) para operações de combate e missões de resgate a partir de 2010, informou o Comandante adjunto da Aviação Naval da Marinha , general Nikolai Kuklev. 
“No futuro temos os planos de adquirir aviões anfíbios A-42 adaptados para a luta anti-submarinos”, indicou o general. ( fonte: Pravda.ru)

Wasp Knife :
Uma faca assustadora, ela possui no cabo uma cápsula de gás comprimido, esse gás é ( através da lâmina) injectado dentro da vítima, gelando os seus orgãos, cria ainda uma espécie de "bolha de gás"
comprimida , o corpo da vítima incha e pode rebentar. Eles dizem (obviamente) que essa faca é apenas para caça, para defesa contra predadores em terra ( exemplo: Ursos), ou no mar ( exemplo: tubarões), ou arma táctica para exército e forças especiais.

O futuro dos computadores

           O Futuro Dos Computadores


Em primeiro lugar, precisamos definir nossas opiniões sobre até que ponto os computadores podem avançar. Por inatingível e distante que possa parecer, existe um limite para tudo. No início do século, os "computadores" que não passavam de simples máquinas de calcular ou de ler cartões perfurados que eram construídas usando engrenagens e relês. A "energia" que fazia tudo funcionar era a própria força do operador, que precisava girar uma manivela a cada operação.

No final da década de 50, as coisas já haviam melhorado um pouco, os computadores já passaram a ser construídos usando transístores, que não eram lá tão menores que as válvulas usadas durante a década de 40, mas que já eram bem mais eficientes e confiáveis.

Uma década depois, os transístores já eram bem menores e surgiu o circuito integrado, vários transístores construídos sobre uma única lâmina de silício. Logo depois surgiram os primeiros microprocessadores. A solução para construir computadores mais rápidos e mais baratos passou a ser simplesmente produzir transístores cada vez menores. Houveram várias barreiras "intransponíveis" propostas pelos especialistas de plantão, dos 10 mícrons, dos 3 mícrons, do 1 mícron, e assim por diante. Mas os fabricantes conseguiram quebrar todas.

Hoje, o menor transístor (aquele produzido pela Intel) já mede apenas 0.02 mícron. Os processadores produzidos comercialmente ainda estão nos 0.13 mícron, então temos ainda cerca de 10 anos pela frente, até que processadores de 0.02 mícron virem arroz com feijão. Podemos então, dar quase como certos, processadores de 15 ou 20 GHz, com 600 milhões de transístores até o final da década.

É aqui que começa nosso exercício de futurologia. O que virá depois dos super mainframes de 0.02 mícron? Quem sabe outros, agora de 0.01 mícron? Ou mesmo de 0.005 mícron, usando nonotubos? Alguns acreditam que eles sejam possíveis, mas vamos pensar um pouco mais adiante, quando finalmente todos os fabricantes tiverem esgotado sua munição transistorizada.

Teremos um cenário parecido com o do início da década de 50, quando surgiu o transístor. O mercado de válvulas estava estagnado, não havia previsão de mais nenhuma grande evolução neste setor. A palavra de ordem era apenas construir válvulas cada vez menores. A miniaturização estava avançando a passos cada vez menores, mesmo assim poucos acreditavam que os transístores pudessem substituir as válvulas. De fato, demorou quase uma década para que isso acontecesse, mas o dia chegou.

O mesmo aconteceu quando criaram o circuito integrado. Os fabricantes de transístores chiaram, dizendo que seria economicamente inviável. Novamente, demorou quase uma década, mas os CIs, seguidos pelos microprocessadores, tomaram a indústria.

Ainda existem várias outras possibilidades a serem exploradas, mas a próxima fronteira parece ser mesmo a dos computadores quânticos. Por que usar filamentos e eletricidade, se podemos usar átomos e energia? Um átomo é muito menor que um transístor, e já que a miniaturização é a alma do negócio, parece ser a evolução mais lógica.

Mas, afinal, como seria possível construir um computador quântico? Nas aulas de química do colégio, vimos que com excessão dos gases nobres, todos os materiais são instáveis, reagem com outros, formando moléculas. A chave desta união são sempre os elétrons.

A retirar ou acrescentar um elétron de um átomo qualquer, faríamos com que ele passasse a reagir com outros átomos próximos, que poderiam reagir com outros, gerando uma reação em cadeia. Além dos elétrons, existem várias outras energias que podem ser manipuladas. Fótons por exemplo.

Isso não lembra muito o funcionamento dos processadores atuais, onde um impulso elétrico pode ser usado para abrir ou fechar um transístor, que faz com que outras adiante também mudem de estado, processando dados e permitindo que, por exemplo, você possa ler este texto na tela do seu PC?

Com certeza, os computadores quânticos, que nem são uma realidade tão distante assim serão muito mais poderosos que os atuais, muito mais poderosos até mesmo que os que teremos daqui a 10 anos. Não será de uma hora para a outra, mas algumas décadas provocam verdadeiras revoluções. Comparar um Deep Blue atual com "Handheld" do final do século será como comparar um Eniac com um Athlon. O mais interessante é que como num computador quântico, cada átomo tem potencial para substituir vários transístores, existe um potencial de evolução muito grande. Isso sem falar de que ainda existe muito a se descobrir no universo quântico. Mas, no que isso poderá mudar as nossas vidas?

Veja, os computadores permitem automatizar tarefas que antes precisavam ser feitas manualmente. Por que hoje em dia existem cada vez menos fábricas com milhares de trabalhadores braçais, como no início do século? Alguns podem argumentar que a automatização cria desemprego, mas na minha opinião acontece justamente o contrário, as máquinas permitem gerar mais riqueza e permitir que os trabalhadores ocupem-se em tarefas mais nobres do que simplesmente apertar parafusos.

A evolução dos computadores permite criar computadores mais poderosos e mais baratos, que podem ser programados para construir ainda mais computadores e assumir mais tarefas. Hoje em dia, muitas tarefas, que poderiam ser feitas por máquinas, ainda são feitas por seres humanos, a reciclagem do lixo por exemplo. Diferenciar papeis de plásticos é mais complicado do que parece, é preciso um processador poderoso, um bom software e sensores especiais, que ainda não existem a um custo acessível. Mas, que podem tornar-se viáveis dentro de alguns anos. Com um sistema automatizado, reciclar papéis e plásticos começaria a tornar-se bem mais barato do que ir atrás de mais matéria prima. Um ponto para o desenvolvimento sustentado.

Vamos agora para algo mais imediato. Que tal um pouco mais de velocidade na Internet? Atualmente, os satélites estão começando a perder espaço para a fibra óptica, na transmissão de dados. Apesar de hoje em dia a maioria dos links operar a apenas 40 ou 80 megabits, cada fio de fibra tem capacidade para transportar dados na casa dos terabits (e com tecnologia atual!), mas faltam servidores capazes de transmitir dados a esta velocidade e, principalmente, roteadores capazes de lidar com pacotes de dados nesta velocidade.

Dois terabits de dados são mais de três milhões de pacotes TCP/IP por segundo. Nenhum roteador atual teria capacidade para gerenciar vários destes links, como é necessário em vários pontos da Internet, mas um computador quântico poderia faze-lo facilmente. Ao invés de escolher entre acesso via cabo ou adsl, a 256 k, estaríamos escolhendo entre um link de 200 ou de 500 gigabits. :-)

Conexões desta velocidade permitiriam transportar qualquer tipo de dados instantaneamente. Além das aplicações de entretenimento (realidade virtual por exemplo), o mais importante seria o potencial de transmissão e interpretação de informações. Você não precisaria mais usar mecanismos de busca e esperar páginas carregarem a 56 k para encontrar alguma informação, seu computador faria isso para você. Você só precisaria se preocupar com a parte mais importante: usá-la.

Por que os economistas erram tanto? Eles simplesmente não tem acesso a informação suficiente. É mais fácil errar usando o chutômetro do que com o mapa da mina em mãos. Simulações complexas, como por exemplo o impacto de um alta dos juros na economia, levando em conta alguns milhões de variáveis, virariam coisa simples, seu filho vai poder fazer isso no micro de casa daqui a alguns anos.

Eu não quero estender demais este artigo, o ponto a que queria chegar é que o avanço dos computadores vai permitir que a humanidade se dedique ao que melhor sabe fazer: não apertar parafusos, separar latas de papéis, ou gastar dias para encontrar alguma informação, mas simplesmente, pensar.

O futuro das lampadas

                O Futuro Das Lâmpadas



Se não fosse o caráter profissional, tudo poderia parecer, por exemplo, demonstração de estudantes acerca do quarto estado da matéria numa feira de ciências querendo mostrar o efeito luminoso de átomos de gás excitados em ambiente fechado sob baixa pressão e alta temperatura provocada por descargas elétricas de alta voltagem a partir de um eletrodo central.
Só que quem anuncia é nada menos que a Luxim, gigante no mercado americano, sediada no Vale do Silício, EUA. Sua façanha: otimização máxima da energia luminosa produzida em plasma num espaço hermético tão diminuto.
— Veja o que diz o engenheiro responsável pela pesquisa junta à Luxim a respeito de seu experimento:

Enquanto uma lâmpada incandescente comum gasta 400 Watts, no mesmo tempo, a lâmpada de plasma consome 250 Watts. Enquanto uma lâmpada incandescente produz 15 lúmenes por Watt, um LED do tamanho de um dedo chega a 70 lúmenes/Watt, já uma lâmpada de plasma do tamanho daquelas de presépio produz 140 lúmenes/Watt e dura praticamente o dobro de um diodo semicondutor. E ao centro da câmara ionizada onde fica o eletrodo a temperatura pode ultrapassar 6000°C, algo próximo da superfície solar. Com essas características o efeito luminoso assemelha-se ao espectro solar ao chegar à Terra.
Até recentemente, essa forma de energia era desacreditada mesmo por engenheiros dentro da própria Luxim, até que um grupo liderado por Tony Mcgettingan, CEO, passou a investigar novas formas seguras de aquecer gás ionizado de argônio para produzir luminosidade superior aos padrões atuais. Tony e sua equipe desenvolveram lâmpadas mais eficientes e econômicas que as disponíveis hoje em dia, cujo resultado surpreendeu seus idealizadores e acendeu esperança de clarear novos horizontes.
A grande vantagem dessa tecnologia é o aproveitamento total da energia produzida pois não há nenhum condutor envolvido, nenhum filamento acoplado. A neutralização das cargas ionizadas tende ao equilíbrio das cargas positivas com as negativas.
Veja em síntese como é simples. É a excitação de átomos de gás que se ionizam (surgimento de cátions e ânions) que ao voltarem ao estado normal emitem luz. Como o processo tende a ser cíclico enquanto houver descargas elétricas, a luz permanece através do gás ionizado e confinado, no caso de lâmpada, sob baixa pressão e em alta temperatura.
O plasma em si, como um estado agregado da matéria (o quarto), contém seus átomos decompostos em seus componentes, elétrons e núcleos, e é, por conseguinte, eletricamente condutor. Isto equivale dizer que o movimento de seus elementos está sujeito à influência de campos elétricos e magnéticos.
Exemplos estão presentes diariamente em coluna de plasma de tubos de neônio, faíscas elétricas e relâmpagos.
 Não custa nada também revermos o princípio da lâmpada incandescente, a título de comparação.

Grande vantagem de lâmpadas de plasma está vinculada à questão ambiental. Não há presença de metais pesados em sua confecção, o que contribui muito para a causa ecológica. Já as lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio, portanto, sujeitas a causar sérios riscos ao homem, por contaminação direta ou através do meio ambiente. O mercúrio pode provocar danos aos rins e à mente.
 Se você tiver um tempinho a mais (meio demorado) e quiser conhecer um pouco do processo produtivo de lâmpadas incandescentes aí está esse vídeo a título de curiosidade.

Ultimamente, o plasma vem ocupando mais e mais espaço no nosso dia-a-dia através de aparelhos modernos como em TV de plasma, em HDTV. Embora o plasma esteja presente em 99 por cento de toda a matéria desde que o mundo é mundo — o restante é sólido, líquido ou gasoso —, poderá contribuir muito mais para o nosso conforto diário, desde que devidamente utilizado com segurança. É nesse ponto que entra a questão tecnológica, que caminha rumo à exploração de novas aplicações.
Não que a lâmpada incandescente, inventada por Thomas Edison, em 1880, vá desaparecer tão cedo, mas sem dúvida a lâmpada de plasma representa grande avanço da engenharia elétrica em várias áreas sociais.
Bem que poderia ser chamada de lâmpada ecológica, pois além de não agredir o meio ambiente a lâmpada de plasma ilumina mais e tem maior durabilidade.
Plasma pode significar mais luz. Mas que a mente de cada um brilhe ainda mais!

Futuro da comida



               O Futuro Da Comida



O que iremos comer daqui a vinte anos? Como iremos produzir, conservar e preparar os alimentos num futuro próximo? Estas questões levaram ao lançamento de um concurso de ideias promovido pela multinacional Philips destinado a investigar possíveis caminhos para o futuro da comida. Foram tidas em conta as actuais tendências e extrapoladas para um horizonte temporal de cerca de vinte anos. Após árduo trabalho, os designers sintetizaram as suas ideias em três grandes projectos.
O primeiro desses projectos, intitulado home farming (agricultura doméstica), é semelhante a um móvel alongado com prateleiras. Consiste numa estufa dividida em diferentes níveis com a possibilidade de obter condições ambientais diferentes em cada nível e assim cultivar diferentes espécies vegetais. Nos níveis mais baixos possui um reservatório de água que permite a criação de peixes. É, no fundo, semelhante a uma geladeira, mas com os alimentos vivos e, portanto, sempre frescos.
 O futuro da comida
O segundo projecto, diagnostic kitchen (cozinha diagnóstica), não é mais que um monitor que fornece informação personalizada sobre a comida. Graças a este dispositivo poderá saber qual o estado exacto dos alimentos que se prepara para ingerir. Mas há mais: existe um pequeno sensor que se engole como um comprimido e que fornece indicações precisas sobre o que necessita comer baseado na sua condição física e requisitos nutricionais.
 O futuro da comida
 O futuro da comida
O último projecto chamou-se food creation (criação gastronómica). A partir de vários alimentos este engenho cria combinações de diversas formas e consistências. É de todos os projectos o mais misterioso mas as suas potencialidades prometem ser extraordinárias. Acabar-se-á a eterna dúvida sobre o que vai ser o jantar...
 O futuro da comida
 O futuro da comida

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Animais do futuro